Não podemos nem começar falar no assunto, sem citar a Guerrilha do Araguaia, que ocorreu durante o golpe militar brasileiro, poucos guerrilheiros se exilaram em terra nacional para fugir de perseguições. Manterem-se vivos por mais algum tempo, pois a vida para militantes políticos era difícil e pessoas cadastradas como “terroristas”, mesmo sem nunca ter pegado em armas, no máximo em alguns panfletos mostrando as realidades que eram escondidas por segmentos conservadores da época, torturas, mortes eram comum.

Na maioria os dirigentes de guerrilhas eram estudantes, sindicalistas, religiosos, e se juntaram para combater a Ditadura Militar de outra forma, como afirma um grande estudioso que a guerra é a continuidade da política de outra forma.

Para ilustrar melhor este artigo te sugiro alguns vídeos disponíveis na internet e em locadoras convencionais: “Lamarca: Capitão da Guerrilha”, “Batismo de sangue”, “Conspiração do silêncio”, “Cabra marcado pra morrer”, “O que é isso companheiro”, teria outros tantos, mas no momento não me ocorre os nomes.

Na parte de literatura o assunto tem muito mais a ser lido, de qualquer forma é um assunto empolgante e triste, mas que se tem uma ideia de como se vivia nas décadas de 1960, 70 e início de 80.

Podemos buscar trechos e depoimentos na íntegra de militantes guerrilheiros, as barbáries que sofreram, documentários que mostram de forma bem didática as dificuldades da época.

Outro enfoque do assunto foi a recente novela do SBT que trouxe um pouco deste período histórico. Não podemos deixar de citar, muito importante por sinal, a abertura dos arquivos da ditadura, pois não se sabe quantos foram mortos, e muitos outros detalhes, como num dos documentários que assisti, cita “se quer podemos saber que cemitério está enterrado o corpo de nosso... para depositar uma vela, ou fazer nossa reza no dia dos finados”.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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