Há cinco dias aterrissei na capital paranaense com minha esposa Marta, fizemos aproximadamente 200 quilômetros entre as diversas linhas urbanas e a linha turismo, esta última que liga 25 pontos turísticos da cidade.

Estamos tendo experiência exemplar entre tantos parques e locais de arte e cultura. Destaco o Museu da FEB – Força Expedicionária Brasileira – mantido pela LPE – Legião Paranaense de Expedicionários. A LPE foi fundada em 20 de novembro de 1946, na maioria oficiais que haviam lutado ou atuado com a FEB, os veteranos da campanha da Itália. Houve a busca de conscientização e preservação da pesquisa e divulgação da História (e história da FEB). Em 1980 o museu foi ampliado em convênio com a Secretária de Cultura do Paraná(com base em informações da LPE). Poderia falar muito sobre este ponto turístico, mas prefiro que vejam as imagens, que falam por si só: http://olhares.uol.com.br/galeriasprivadas/index.php?id=252259&p=2

O segundo ponto que destaco é o Museu Oscar Niemeyer, onde a arquitetura propicia um momento descontraído e questionador sobre arquitetura como arte. O falecido centenário comunista deixou traços e mantém no interior do museu seus trabalhos, com frequentes exposições de destaque nacional e internacional, e com um pequeno valor monetário, mas imenso valor cultural e histórico o público tem acesso ao museu.

Como terceiro ponto turístico, sugiro o Parque Tingui, onde “lembra os primeiros ocupantes dos Campos de Curitiba, os índios Tinguís, da nação Guarani.” (texto da secretaria municipal de turismo de Curitiba.). Neste parque temos um contato com a natureza de forma excepcional, vários lagos, espécies variadas de pequenos animais, entre eles ave de rapina e capivaras, uma delas chegamos a menos de dois metros.

Como quarto ponto sugiro o mais conhecido da capital Paranaesne, o jardim botânico, um grande parque que possui muitas flores e espécies da flora. Nele não poderá deixar de visitar (e fotografar à vontade) o jardim das sensações, onde terás a oportunidade de se sentir pelo olfato e pelo tato variedades de vegetações.

Em quinto sugiro o museu ferroviário que possui maquetes, bonecos de cera em tamanho real onde se revive momentos do século passado, equipamentos e máquinas utilizados nas antigas linhas férreas.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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