Este é meu terceiro texto produzido através do smartphone, segundo a ser publicado, escrevi há instantes. Método este que facilitará a publicação literária em grandiosidade e quantidade. Meus manuscritos tiram muito tempo e o rendimento fica em menos da metade do aproveitamento no escasso tempo na atual conjuntura.

Não demorará muito e, editarei meus livros direto no meu celular, farei as correções e encaminharei à gráfica do próprio aparelho móvel. Essa tecnologia é ótima, durante a feira do livro de 2013 assistia palestra onde mostravam estudos do aumento da leitura nestes últimos anos, não apenas virtual, com todas facilidades, mas também nas obras tradicionais, impressas.

Ter a possibilidade de digitar em qualquer lugar não tem preço, é outra revolução em minha vida, não se resume às questões literárias, mas acadêmicas, com minha esposa Marta, militante, entre tantas outras!

Comprei aplicativo de texto para smartphone, compatível com o Word de qualquer computador, e a ligação por cabo USB, ou, em outros casos, por Bluetooth, ou mesmo por mensagem eletrônica.

Esse aplicativo já se pagou, muitos textos recebidos eletronicamente, em Word baixei para meu celular e li em alguns locais, onde pude aproveitar muito bem o tempo.

Tinha deixado esse texto inacabado há quase dois anos, reformulo e acrescendo alguns detalhes.

O ócio literário na verdade em minha vida nunca ocorreu, sempre tenho cinco ou mais canetas esferográficas, papéis, e, mesmo se não tenho muito tempo, resumo em “palavras chaves” que posteriormente me faz produzir dezenas de parágrafos. Muitas dessas vezes em obras literárias com assuntos diferenciados.

Volto a citar a fotografia, há pouco mais de uma década, sonhava em ter o modelo de lançamento norte-americano de câmara fotográfica que possuía um sistema de transmissão de imagens num raio de 100 metros, há algumas semanas tive conhecimento que já está disponível no Brasil outro equipamento, com wi fi.

Retorno aos bons tempos de fotojornalismo, onde haviam furos de reportagens de vários dias. Nossos jornais semanais lançavam matérias inéditas, mesmo ocorridas há três ou até cinco dias, batendo de frente com outros veículos de divulgação diária.

Parece-me que hoje destacar uma informação de poucas horas já é difícil. Ter certa exclusividade, sinto muita falta de outros tempos, ainda da máquina de escrever.

Isso não quer dizer que, podendo escolher, retornaria àquele tempo.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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