Há muito que realizo muitos atos a favor da ecologia, não meramente ilustrativa, mas uma prática consciente de muitos detalhes que podem melhorar consideravelmente a nossa vida e de pessoas que virão depois de nós. Pratico e milito o sustentável.

Seja ao utilizar folhas de papel com um lado em branco, fazendo meus cadernos desta mesma forma, com “rascunhos” de fotocópias, imprimindo 65% de tudo em minha impressora com essas folhas já utilizadas de um lado. Procurando produzir e divulgar a produção de “coisas” com material reciclado. Comprando outras “coisas produzidas de forma sustentável”.

Procurando no cotidiano buscar produtos que tenha a menor utilização indireta de combustível, seja em seu transporte, seja em sua produção. Mantendo nossa horta alternativa com o chamado “deslocamento zero”, tanto em temperos como em algumas hortaliças (foto).

Armazenando e sugerindo há muitos, produtos que possam ser reutilizados, oferecendo e fornecendo sem custo aos que queiram fazer alguma reutilização como as caixas de leite longa lida.

Se, nessa primeira parte me considero um cidadão exemplar, em contrapartida me culpo muito em, sendo um historiador, escritor e fotógrafo “imprimir” muito de meus resultados. Seja nesses papeis reciclados, seja em papéis fotográficos. Entre algumas cópias para a revisão de minhas obras literárias, o que não consigo realizar na tela de meu computador (menos ainda no meu smartphone).

Como antigo pesquisador, acredito nos cientistas que projetam a possibilidade de alguma forma de abalo sísmico que possa vir a apagar todos os registros possíveis e em qualquer forma digital.

Em outras palavras, não terá “nuvem”, HD Externo, CD, DVD, Pen Drive, computador ou smartphone que restará informações completas. Assim teremos um grande retrocesso em todas as áreas do conhecimento, voltaremos algumas eras no tempo, perderemos ABSOLUTAMENTE TUDO que a humanidade levou séculos produzindo que estão armazenado em formas digitais, muitos com poucas formas alternativas de se recuperar.

Voltando aos meus arquivos, com suas versões de cópias, e levando um mínimo de credibilidade nesse acontecimento que marcará o início de novo tempo. Parece ficção científica, mas ressalto, ouvi de pesquisador, não consegui pegar os créditos, pois foi um fragmento de matéria.

O que mais me vale é a “questão da lógica e possibilidade”, em meu entender tem grande sentido vir a ocorrer um dia, não podemos prever o momento, ter um pouco de cautela é ótimo; sem se esquecer do oposto o lado ecológico.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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