Há poucos minutos entrou a seleção brasileira na Arena, dando início a Copa do Mundo Brasil 2014, muitos detalhes se mesclam desde a assinatura da vida da Copa ao Brasil há alguns anos.

Para começar devemos dividir duas coisas em moda nesta edição do evento: concordar que o Brasil a sedie e a torcida pela nossa seleção. Não podemos ser hipócritas de “só porque somos do contra” mudar de opinião sobre o que mais rege o esporte nacional que é o futebol. Por outro lado aos que ficam enchendo os pulmões afirmando que deveria se investir mais em outras áreas do que ter trazido a Copa do Mundo ao território nacional, questiono se sabem o quanto entrará aos cofres públicos e mais ainda às empresas privadas durante a Copa.

Nunca gostei de futebol, nem mesmo quanto tinha acesso quase que diariamente há poucos metros dos jogadores profissionais, não é por isso que falo mal. Torço para o Grêmio Porto Alegrense, a Ser Brasil, o futsal de Carlos Barbosa e quando acompanhava o de Farroupilha.

Certas atitudes me parecem tão pequenas, só porque são feitas por “A” ou “B” não são dignas de aplausos. Certa noite estava numa rede social, que também estou afastado, certa pessoa chamando de “vandalismo ao patrimônio público” pintar as cores nacionais e a bandeira em um murro.

Onde estamos? O civismo sempre esteve comigo, honro minha bandeira, os símbolos nacionais, mais que isso, não é porque eu não estou assistindo o jogo inicial da seleção brasileira nesta copa, aqui escrevendo, que eu não a considere também um símbolo muito forte na vida do país.

Neste aspecto de civismo muito está equivocado, entendo que certas coisas, inclusive essa honra à Pátria deve estar em tudo.

 

 

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Roque JR, fotógrafo há 23 anos, graduando em Sociologia e História na UCS, coordenador do Centro Acadêmico de Sociologia UCS, militante no movimento estudantil desde 1987, filiado ao PCdoB desde 1989.

Site: www.roquejr.com.br

 

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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