Difícil sintetizar em alguns parágrafos o que foi para minha bagagem cultural os dias 11 e 12 de novembro de 2016. Seja nas palestras, seja em minha sessão de autógrafos, seja em tantos livros sem custos que ampliaram à biblioteca da Marta Santos e a minha, seja nas conversas de bastidores, seja nas músicas e recitação de poesias, seja na permuta literária.

Os mais de 30 volumes pesaram mais de 25 quilos no total, até fica estranho usar peso como pedida literária. Para ilustrar a quantidade de informações entendo a forma mais apropriada pelo volume de obras, que muito serão utilizadas em nossas leituras e pesquisas. Alguns volumes que serão repassados a entidades como a Academia Caxiense de Letras-RS e o Centro Acadêmico de Sociologia Florestan Fernandes.

É impossível passar algumas bancas e não “arrecadar” alguns livros. Chega uma hora que me obriguei a desistir de ver outras bancas, entre os mais de 100 locais de obras, pois estava temendo utilizar até o dinheiro da passagem de retorno, pois parte do que tinha deixado para alimentação torrei em livros.

Independente do segmento, área que atuas ou estudas, ou mesmo para complementar tua biblioteca, uma passada de algumas horas te faz adquirir (quase, ou até gratuitamente) muitos exemplares que já planejava adquirir ou que, na hora, lendo a sinopse os adquire.

Aproveitei o “tempo de sobra”, após o rancho literário para assistir palestras, concertos, o contar de histórias, entre outras atrações incrivelmente culturais.

Com base na belíssima e agregadora palestra da historiadora Alice Dubina Trusz, sobre sua obra Verdes Anos (1984): memorias de um filme e de uma geração, UFRGS, 2016, que teve sessão de autógrafos simultânea a minha, percebi que estou “no rumo certo” em minhas publicações.

Meus registros, preparação de uma história que, senão por mim, deixo muitas pistas e fontes para futuram publicações. “Alimentando a imprensa com produção relatada”, nas palavras da professora Alice, em seus relatos sobre a forma que pesquisou para produzir a sua obra literária, continuou ela: “por essa gurizada nova que estava fazendo Verdes Anos”.

Transmitir seja pela página do Facebook, seja por meios de comunicação, muitos detalhes de meus bastidores, tem me auxiliado a comprovar e divulgar em muitos momentos meu trabalho literário a tantas pessoas que tem prestigiado na leitura de meus livros.

Recomendo a todas e todos que tiverem a oportunidade, e a honra de frequentar eventos desta grandeza que não deixe passar, aproveite de todas as formas, inesquecivelmente aproveitável.

 

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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